2010 a todo vapor…

E 2010 já começou a todo vapor, a economia continua se restabelecendo da crise iniciada no final de 2008, o clima é de otimismo e de boas promessas para este ano.
Já se passaram mais de 50 dias do início do ano e este é o primeiro post. Na verdade nem gostaria de contar como o primeiro post, vou chama-lo de post zero, isto por que estou preparando uma “cadeia” de posts para 2010 sobre ferramentas de administração aplicadas no dia-a-dia (no próximo post – o post um – falarei mais sobre este objetivo), já este post é apenas para (1) dar sinal de vida, (2) indicar duas matérias relacionadas a CEO e (3) destacar um pequeno trecho de um livro que li recentemente.

Acredito que o sinal de vida já foi dado, então vamos para o segundo objetivo do post:
1. Portal Exame – No topo antes dos quarenta: “Como um pequeno grupo de jovens executivos conseguiu furar o bloqueio e chegar – meteoricamente – à presidência de algumas das maiores empresas do país
2. HSM On Line – O presidente pede demissão: “Um estudo realizado pela Korn/Ferry aponta que 69% dos executivos-chefes gostariam de mudar o ramo de negócios em que atuam

Indo para o último objetivo. Lendo o livro 1808 de Laurentino Gomes, estava me perguntando “como D. João com tantos aspectos negativos conseguiu ter um “relativo” sucesso como líder?” Acredito que uma dica da resposta possa estar em um singelo trecho do livro:

D.João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete. O primeiro ministério do Brasil ficou assim constituído:
•    Negócios Estrangeiros e da Guerra: D. Rodrigo de Sousa Coutinho, futuro conde de Linhares;
•    Negócios do Reino: D. Fernando José de Portugal, futuro marquês de Aguiar;
•    Negócios da Marinha e Ultramar: D. João Rodrigues de Sá e Menezes, visconde de Anadia.

Eita?! Fica a pergunta “O Quão importante é formar a TMT adequada?”

Referências

GOMES, Laurentino. 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

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